Diário de Owliver Bubo

Dia 3 · publicado em 23 de outubro de 2026

Owliver BuboEscrito por ang3listicDia 3

Permanecera deitado por alguns minutos antes de finalmente se levantar. Bubo encontra o Professor e outra integrante da casa, saindo com a mesma para explorar e pegar alguns recursos.

Apesar dos esforços, o garoto se perdeu de sua companheira, seguindo de volta para a casa e se encontrando com Kyros, passando o dia inteiro com ele.

"[...] A voz animada e afeminada ecoava pela cozinha decorada:

–Você nem acredita o que eu fiz hoje!

– O que? – Respondia Kyros, esfregando seus olhos por recém acordar.

– Uma ponte... Também peguei uns diamantes, toma! – Dividiu seu estoque pela metade: 2 para cada – Os ferros serviram de grande ajuda.

– Que bom! – O amigo exclamava, sorrindo.

Um aceno de uma pequena garota era notado pela janela. Quem não reconheceria Hana?"

Alguns membros da casa vermelha haviam trago Hana para a Sylvera. Bubo aproveita e comenta sobre seu novo bichinho acenourado, que havia surgido da plantação e desaparecido minutos depois, lembrando uma das pessoas sobre seu próprio pet: Um trigo cabeçudo, que havia sido roubado.

Os 4: Hana, Kyros, Owliver e outros dois da casa vermelha caminham em busca dos dois pets perdidos pelo centro, buscando pistas quanto à eles.

Posteriormente, os dois membros do vermelho se afastam do grupo, indo se aventurar juntos. Hana então, aproveita para comentar um pouco sobre Lance antes de ir com a Professora "Auen", como a pequena chamava.

" – Bom, eu encontrei o 'tio do cachecol legal' andando. Descobri algumas coisas dele, tipo que ele realmente gosta de romance! E que ele gosta de pescar! E piqueniques também!! [...] 'o tio do cachecol' gosta de cuidar dos bichinhos mas, quando alguém ta vendo, ele finge que não ta fazendo nada... Já vi ele falar que tava jogando ping-pong!

– Ta, isso é norm - Kyros dizia, antes de ser interrompido.

– Com uma vassoura. Quem joga com uma vassoura???

A ponte se unia em risadas, antes de se despedirem."

Kyros permanecia ao lado de Bubo. Ambos limparam a área disponibilizada para o 1º e retornaram ao quarto, para esquentar os minérios recolhidos. Lá, Bubo resolve voltar a atenção ao seu livro, lendo-o para seu amigo

" Se de fato crês que o amor é por natureza amor daquilo que muitas vezes admitimos, não fiques admirado. Pois aqui, segundo o mesmo argumento que lá, a natureza mortal procura, na medida do possível, ser sempre imortal e assim permanecer. E ela só pode ser imortal assim, por meio da geração, porque sempte deixa outro ser novo em lugar do velho; [...] O que, com efeito, se chama exercitar é como se nós estivesse saindo a ciência; o esquecimento é escape de ciência, e o exercício, introduzindo uma nova lembrança em lugar da que está saindo, salva a ciência, de modo a parecer ela ser a... – Ele fecha seu livro, encarando Kyros – Você não me avisou que já tinha esquentado?

– Você tava entretido vendo seu livro, não queria atrapalhar

– Não me atrapalha, eu gosto de ler, mas também gosto de ficar com você! A gente pode sair agora."

Os dois partiam rumo a qualquer caverna que fosse próxima, se enfiando na que mais parecia adequada para uma boa exploração. Sabe a famosa Lei de Murphy? "Tudo que pode dar errado, dará errado." Bom, se é lei, é fato verídico.

"Bubo alí, via seu amigo deitado, abraçando a comida que haviam separado para os dois, enquanto sua barriga roncava, exausto e faminto. Se alí houvesse qualquer bicho, comeria e, se não houvesse, capaz de comer uma pedra. Kyros não soltava a comida de jeito nenhum e, sua comida estava tão congelada, que era mais fácil mastigar e engolir o cimento, do que tentar comer uma simples maçã. Seus olhos pareciam mais fracos a cada segundo. Parecia aceitar a condição: Iria desmaiar de fome alí, sozinho. Até mesmo poderia morrer já que não seria encontrado a tempo.

Bubo lacrimejava, enquanto implorava para que Kyros acordasse e lhe desse algo para comer mas, isso não parecia funcionar. Ele sabia que não chegaria a tempo na superfície e, se caso chegasse, morreria por lá mesmo.

6 minutos... 6 longos minutos que seu corpo não parecia suportar. O alado decide tentar subir o máximo que podia, torcendo para algum milagre e... Bom, lá estava.

o Mugido de um casal de vacas era ouvido por ele, ainda dentro da caverna. Não sabia como elas pararam alí mas, quem ligaria naquele momento? Seus lábios sussurravam um "me perdoa" enquanto sua espada cortavam suas cabeças e seus dentes devoravam sua carne com prazer. Era o suficiente para que ele pudesse esperar a comida descongelar.

Seria uma vergonha para Diotima¹ caso dissesse à ela que acreditava que o amor de dois animais o salvou mas, era nisso que acreditava. Fizera um pequeno memorial antes de partir de volta para casa. Agradecia com todo seu coração por aquele amor se reunir perto de si e, morrerem juntos, mesmo que contra sua própria vontade ou que soubessem e aceitassem salvar aquele garoto de todo o sofrimento, em nome de alguém que não conheciam.

Trouxera um casal de suínos para a casa, se encontrando com o professor.

Rogerio, o entrega um presente, junto com um bilhete que dizia

"Hoje, chegou um novo membro: Kael. [...] Aqui lhe deixo um presente por cuidar de minha filha, em meu nome e no nome de minha esposa, obrigado."

¹Diotima de Mantinea foi uma sacerdotisa e filósofa grega antiga que se pensa ter vivido por volta de 440 a.C.

Resumindo:

Fofocas: 2,5

Risadas: Muitas

Aulas de ritmo: 1 (muito bem executada)

dublagens: 2 (Pericles e Hana)

Relato do personagem — perspectiva de seu autor, não um registro oficial.